Segurança para Tokenização de Ativos e RWA

Plataformas de RWA conectam smart contracts a ativos regulados — debêntures, recebíveis, imóveis, commodities. Quando o contrato, o oráculo ou a custódia falham, é lastro real que vira risco. A Decripte audita o código, responde ao incidente e estrutura a governança de emissão.

Resposta direta

Para proteger uma plataforma de tokenização de ativos do mundo real (RWA), a prioridade é blindar três camadas que, juntas, sustentam o valor do token: o smart contract de emissão (controle de acesso ao mint/burn, pausabilidade, upgradeabilidade e papéis administrativos), o oráculo que ancora preço e prova de lastro (fontes redundantes, agregação resistente a manipulação e validação de desvio), e a custódia do ativo subjacente (segregação, conciliação on-chain/off-chain e prova de reservas). Some a isso monitoramento on-chain contínuo de eventos de mint, transferências e mudanças de role, mais conformidade com as exigências de CVM e Bacen aplicáveis ao ativo tokenizado. Comece pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.io/free para mapear sua exposição antes que um invasor o faça.

24/7

SOC monitorando eventos on-chain

<=1h

SLA de contenção de incidente

ISO 27001

Estrutura de gestão de segurança

LGPD

Tratamento de dados de investidores

Em resumo

  • A superfície de ataque de uma plataforma RWA não é só o smart contract: oráculo de preço/lastro e custódia do ativo subjacente são vetores tão críticos quanto o código.
  • Mint não autorizado por falha de controle de acesso é o pior cenário: cria tokens sem lastro e dilui todos os detentores de uma só vez.
  • Pausabilidade de emergência e governança de papéis (multisig, timelock) são a diferença entre conter em minutos ou perder o lastro.
  • A Decripte combina auditoria de smart contract, segurança Web3 de oráculos, pentest de plataforma e conformidade CVM/Bacen em um único fluxo.
  • Resposta a incidente em RWA exige forense on-chain: reconstruir a cadeia de transações, identificar o endereço atacante e mapear o fluxo dos tokens emitidos.
  • O diagnóstico gratuito em decripte.io/free mapeia a exposição da plataforma antes de qualquer contratação.
Cripto e Web3

Cibersegurança para Tokenização e RWA

Plataformas de RWA conectam smart contracts a ativos regulados — debêntures, recebíveis, imóveis, commodities. Quando o contrato, o oráculo ou a custódia falham, é lastro real que vira risco. A Decripte audita o código, responde ao incidente e estrutura a governança de emissão.

Por que tokenização de RWA é um alvo de altíssimo valor

Tokenização de ativos do mundo real (RWA, do inglês Real World Assets) é a representação de um ativo regulado — uma debênture, um lote de recebíveis, uma fração de imóvel, uma cota de fundo, uma commodity — como um token em blockchain. O token passa a ser o instrumento que circula, é negociado e liquidado, enquanto o ativo de verdade permanece custodiado fora da cadeia. Essa ponte entre o on-chain e o off-chain é exatamente o que torna a tokenização poderosa e, ao mesmo tempo, o que a torna um alvo de altíssimo valor para atacantes.

Em uma exchange tradicional de criptomoedas, um exploit rouba criptoativos nativos cujo valor já está integralmente na cadeia. Em uma plataforma RWA, o token carrega a promessa de um lastro externo. Se um atacante consegue cunhar (mint) tokens sem o ativo correspondente, ele não rouba apenas saldo: ele quebra a equação de lastro inteira. Cada token a mais sem ativo por trás dilui todos os detentores legítimos e, no limite, transforma um instrumento regulado em um papel sem garantia. O dano reputacional e regulatório supera, com frequência, o dano financeiro direto.

O risco que define o setor

Em RWA, a integridade da emissão é o ativo. Um único mint não autorizado pode injetar tokens sem lastro em segundos, e cada um deles passa a circular como se fosse legítimo — sendo transferido, negociado e usado como colateral antes mesmo de a equipe perceber.

A regulação acompanha de perto. No Brasil, a CVM já se manifestou sobre tokens que representam valores mobiliários (como recebíveis e debêntures tokenizadas), e o Banco Central conduz iniciativas de ativos tokenizados e moeda digital. Dependendo da natureza do ativo, a plataforma pode estar sujeita a regras de emissão de valores mobiliários, prevenção à lavagem de dinheiro, e ao tratamento de dados pessoais de investidores sob a LGPD. Segurança técnica e conformidade regulatória, aqui, são duas faces da mesma moeda.

Três camadas, um único lastro

  • Camada de contrato: o smart contract que cunha, queima, transfere e governa o token
  • Camada de oráculo: as fontes que informam preço e provam que o lastro existe
  • Camada de custódia: onde o ativo real fica guardado e como ele é conciliado com a cadeia

A superfície de ataque real de uma plataforma RWA

Tratar a segurança de RWA apenas como auditoria de smart contract é um erro comum e perigoso. O contrato é a camada mais visível, mas o comprometimento costuma vir de onde menos se olha. Mapear a superfície de ataque completa é o primeiro passo de qualquer trabalho sério.

Vetor 1 — Vulnerabilidade no smart contract de tokenização

Falhas de controle de acesso são a categoria mais destrutiva. Funções de mint, burn, pause e de atribuição de papéis (grantRole, transferOwnership) precisam estar protegidas por modificadores rígidos e, idealmente, por governança multisig com timelock. Um modificador ausente, uma função pública que deveria ser interna, ou um papel administrativo deixado em uma chave quente são portas abertas para emissão arbitrária. Soma-se a isso reentrância, erros de lógica em upgradeability (contratos proxy mal inicializados, função de initialize desprotegida), e dependências de bibliotecas desatualizadas.

Vetor 2 — Manipulação de oráculo de preço e de lastro

O oráculo é o que diz ao contrato quanto vale o ativo e, em muitos designs, se o lastro existe. Um oráculo de fonte única, ou que lê preço de um pool de liquidez raso, pode ser manipulado: o atacante distorce a fonte por instantes, executa uma operação que depende daquele preço e reverte. Em RWA, isso pode liberar resgates a valores incorretos, autorizar emissões indevidas ou liquidar posições injustamente. Oráculos de prova de reserva mal desenhados podem ser enganados para sinalizar lastro inexistente.

Vetor 3 — Falha de custódia do ativo subjacente e fraude de emissão

O ativo real precisa estar guardado, segregado e conciliado. Se a custódia é frágil — chaves de assinatura concentradas, ausência de segregação patrimonial, processo de conciliação manual e infrequente — a plataforma pode emitir tokens contra um lastro que já não está integralmente lá. A fraude de emissão é a convergência de todos os vetores: pode nascer de uma falha de contrato, de uma chave administrativa comprometida por phishing à equipe, ou de um insider. O resultado é sempre o mesmo — tokens criados sem o devido lastro e sem o devido processo de emissão.

Perguntas que toda plataforma RWA deveria responder

  • Quem pode chamar mint e burn, e essas funções estão atrás de multisig com timelock?
  • O contrato é pausável e quem detém a chave de pausa de emergência?
  • O oráculo de preço usa múltiplas fontes com agregação resistente a manipulação?
  • Existe prova de reservas verificável e conciliação on-chain/off-chain periódica?
  • Há monitoramento on-chain 24/7 de eventos de mint, transferência e mudança de papéis?
  • O contrato proxy de upgrade tem a função initialize protegida contra reinicialização?
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Auditoria de smart contract: o coração do trabalho

A auditoria de smart contract de uma plataforma RWA vai além de rodar uma ferramenta automática e entregar um relatório. A análise estática captura padrões conhecidos — reentrância, overflow, visibilidade incorreta — mas as falhas que derrubam plataformas RWA são, em geral, falhas de lógica de negócio e de controle de acesso que só uma revisão manual profunda encontra.

O trabalho da Decripte combina três frentes. Primeiro, análise estática e ferramental especializado de Web3 para varrer o código por padrões inseguros. Segundo, revisão manual linha a linha do código de emissão, com foco em quem pode cunhar, queimar, pausar e administrar papéis, e em como o contrato se comporta em upgrades. Terceiro, modelagem de ameaças específica do design RWA: o que acontece se o oráculo mentir, se a custódia divergir, se uma chave administrativa vazar.

Auditoria não é evento único

Cada upgrade de contrato, cada nova função de emissão, cada integração de oráculo reabre a superfície de ataque. A Decripte trata auditoria como parte de um ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades, não como um carimbo de aprovação que vale para sempre.

O entregável não é apenas uma lista de achados. É um plano de correção priorizado por severidade e por impacto no lastro, recomendações concretas de arquitetura de papéis e governança, e a verificação de que as correções foram efetivamente aplicadas. Em RWA, a diferença entre um achado de severidade média e um crítico costuma ser a resposta a uma pergunta: isso permite emitir token sem lastro?

O que entra na revisão de controle de acesso

  • Mapeamento completo de papéis (roles) e de quem os detém
  • Verificação de que mint/burn estão atrás de multisig e timelock
  • Análise de funções de upgrade e proteção de initialize em proxies
  • Checagem de chaves administrativas quentes que deveriam ser frias
  • Simulação de cenários de comprometimento de uma chave isolada

Oráculos e prova de lastro: a ponte mais frágil

Se o smart contract é o coração, o oráculo é a artéria que liga o token ao mundo real. Em RWA, o oráculo cumpre dois papéis distintos e ambos críticos: informar o preço do ativo e, em muitos designs, atestar que o lastro existe e está íntegro. Comprometer qualquer um dos dois compromete o sistema inteiro.

A manipulação de oráculo de preço é uma das classes de ataque mais exploradas em DeFi e ela se aplica diretamente a RWA. Quando o contrato confia em uma única fonte, ou em um pool de liquidez que pode ser distorcido com capital suficiente por alguns blocos, o atacante consegue forçar o sistema a tomar decisões com base em um preço falso. A defesa é arquitetural: múltiplas fontes independentes, agregação que descarta outliers, médias ponderadas por tempo (TWAP) onde fizer sentido, e validação de desvio que pausa operações quando o preço foge de bandas razoáveis.

Prova de reserva não é prova se ninguém verifica

Um oráculo de prova de lastro que simplesmente lê um valor declarado pela própria plataforma não prova nada. A prova precisa ser verificável de forma independente, com conciliação periódica entre o que está custodiado off-chain e o que está emitido on-chain.

A Decripte avalia o design completo do oráculo: as fontes, o mecanismo de agregação, a resistência a manipulação por flash loan, a frequência de atualização e o comportamento do contrato quando o oráculo falha ou retorna valores anômalos. Um oráculo bem desenhado degrada com segurança — pausa em vez de operar com dado suspeito.

Defesas de oráculo que recomendamos

  • Múltiplas fontes independentes com agregação resistente a outliers
  • TWAP para mitigar manipulação pontual de preço
  • Validação de desvio com pausa automática fora de bandas seguras
  • Resistência testada a cenários de flash loan
  • Prova de reservas verificável e conciliação on-chain/off-chain periódica
  • Comportamento seguro de fallback quando o oráculo falha

Custódia e governança de emissão: estruturar para resistir

O lastro de um token RWA só vale se o ativo subjacente estiver guardado, segregado e conciliado. A custódia é onde o mundo regulado e o mundo cripto se encontram, e é onde processos frágeis criam riscos invisíveis até o dia em que explodem. Chaves concentradas, ausência de segregação patrimonial e conciliação manual e esparsa são receitas para divergência entre o emitido e o custodiado.

A governança de emissão é o conjunto de regras e controles que determinam como, quando e por quem novos tokens são cunhados. Em uma plataforma madura, ninguém deveria conseguir emitir sozinho. A Decripte estrutura emissão com multisig (múltiplas assinaturas exigidas), timelock (atraso obrigatório entre a ordem e a execução, dando janela para detectar e reverter), separação de papéis (quem propõe não é quem aprova) e trilha de auditoria completa de cada emissão.

Pausabilidade é o cinto de segurança

Todo contrato de emissão crítico deve ter um mecanismo de pausa de emergência, com a chave de pausa sob controle separado e bem definido. Em um incidente, a capacidade de congelar a emissão em segundos é a diferença entre conter o dano e assistir ao lastro evaporar.

A conformidade CVM/Bacen entra aqui de forma concreta. Dependendo do ativo, a emissão precisa respeitar regras de oferta de valores mobiliários, manter registros auditáveis, e os processos de prevenção à lavagem de dinheiro precisam estar integrados ao onboarding e à movimentação. Os dados pessoais dos investidores — frequentemente sensíveis e em volume — exigem tratamento conforme a LGPD, com base legal definida, minimização e segurança proporcional ao risco.

Pilares de uma governança de emissão saudável

  • Multisig: nenhuma emissão por uma única chave
  • Timelock: atraso que cria janela de detecção e reversão
  • Separação de papéis entre quem propõe e quem aprova
  • Trilha de auditoria imutável de cada mint e burn
  • Conciliação periódica e verificável do lastro custodiado
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Monitoramento on-chain contínuo: enxergar antes que doa

Auditar bem reduz a probabilidade de uma falha, mas não a zera. Plataformas RWA operam com valores que justificam um adversário paciente e bem financiado. Por isso, a segunda metade da defesa é a detecção: ver o que está acontecendo na cadeia em tempo real e reagir antes que o dano se consolide.

O SOC 24x7 da Decripte monitora eventos on-chain relevantes para o lastro: cada mint, cada burn, cada transferência atípica, cada mudança de papel administrativo, cada interação com o contrato de emissão a partir de endereços não esperados. Regras de detecção são calibradas para o comportamento normal da plataforma, de modo que um mint fora de padrão — em volume, horário ou origem — dispara alerta imediato.

O sinal que muda tudo

Em incidentes de mint não autorizado, o primeiro sinal técnico costuma ser uma transação de emissão originada de um endereço ou padrão fora do esperado, frequentemente em horário de baixa atividade. Quem monitora vê isso em tempo real; quem não monitora descobre quando o token já está circulando em outra plataforma.

Detecção sem capacidade de resposta é só ansiedade. O monitoramento da Decripte está acoplado a um playbook de resposta que, ao detectar emissão anômala, aciona contenção em minutos — incluindo a recomendação e o suporte para pausar a emissão. O SLA de contenção de até 1 hora existe justamente porque, em RWA, cada bloco conta.

Como a Decripte combina os serviços para RWA

Nenhum serviço isolado protege uma plataforma RWA. O valor vem da combinação: auditoria de smart contract para reduzir a probabilidade de falha, segurança Web3 de oráculos para fechar a ponte mais frágil, pentest de plataforma para cobrir a infraestrutura ao redor do contrato, monitoramento contínuo para detectar, e conformidade para que tudo isso satisfaça CVM, Bacen e LGPD.

O pentest de plataforma é frequentemente subestimado em projetos Web3, mas é decisivo. O smart contract pode ser impecável e a plataforma ainda cair por um vazamento de chave administrativa via aplicação web vulnerável, uma API de backend sem autenticação adequada, ou um painel administrativo exposto. A Decripte testa a plataforma inteira — front-end, APIs, infraestrutura, processos de gestão de chaves — porque o atacante vai pelo caminho mais fácil, e raramente o mais fácil é o contrato auditado.

O conjunto de defesa para tokenização e RWA

  • Auditoria de smart contract com revisão manual de controle de acesso
  • Segurança Web3 e validação de design de oráculos e prova de lastro
  • Pentest de plataforma: web, APIs, infraestrutura e gestão de chaves
  • SOC 24x7 com monitoramento on-chain de eventos de emissão
  • Conformidade CVM/Bacen para o ativo tokenizado e LGPD para dados de investidores
  • Resposta a incidentes com SLA de contenção de até 1 hora

O ponto de partida não exige contrato nem compromisso. O diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.io/free mapeia a exposição da sua plataforma — o que está visível, o que está exposto, onde estão os riscos prioritários — e dá a você uma base concreta para decidir. Para quem já sabe o que precisa, os planos pagos estão em /planos.

Mint não autorizado em plataforma de tokenização (cenário ilustrativo)

Cenário ilustrativo

Cenário ilustrativo, não baseado em cliente real. Uma plataforma fictícia de tokenização de recebíveis opera um token lastreado em uma carteira de recebíveis custodiada. O contrato de emissão usa um sistema de papéis, mas, em um upgrade recente, a função de concessão de papel administrativo (grantRole) ficou acessível a partir de um endereço que deveria ter privilégio temporário e que nunca foi revogado. Uma chave associada a esse endereço estava em uma carteira quente, usada por um script operacional. O atacante obtém essa chave por phishing direcionado a um membro da equipe de operações.

  1. Detecção (T+0 a T+8 min)

    O SOC 24x7 dispara alerta: uma transação de mint originada de um endereço fora do conjunto esperado de emissores, em horário de baixa atividade, com volume incompatível com o pipeline normal de emissão. A regra de detecção calibrada para o comportamento da plataforma identifica a anomalia antes que a equipe interna perceba.

  2. Triagem (T+8 a T+20 min)

    A equipe da Decripte confirma que o endereço atacante adquiriu papel de minter via uma chamada grantRole e já cunhou um primeiro lote de tokens sem lastro correspondente. Identifica-se a origem: chave administrativa comprometida com privilégio residual de um upgrade anterior.

  3. Contenção (T+20 a T+50 min)

    Acionado o playbook de RWA. A Decripte orienta e apoia o acionamento da pausa de emergência do contrato, congelando novos mints. Em paralelo, revoga-se o papel do endereço atacante e inicia-se o bloqueio das chaves comprometidas. Contenção dentro do SLA de até 1 hora.

  4. Erradicação (T+50 min a T+6 h)

    Forense on-chain reconstrói a cadeia completa: como o papel foi concedido, quantos tokens foram cunhados, e para onde eles fluíram. Identificam-se os endereços de destino e as plataformas onde os tokens ilegítimos tentaram circular. A causa-raiz — privilégio residual não revogado pós-upgrade somado a chave quente — é documentada.

  5. Recuperação (T+6 h a T+72 h)

    Com a emissão pausada e o lastro preservado, a Decripte trabalha com a plataforma na neutralização dos tokens ilegítimos (queima dos que estão sob controle, marcação e comunicação aos parceiros de mercado sobre os demais) e na restauração segura da operação com a governança corrigida.

  6. Estruturação e lições (semana 1 a 4)

    Implementa-se governança de emissão robusta: mint atrás de multisig com timelock, separação de papéis, revogação automática de privilégios temporários, migração de chaves quentes para custódia fria, e monitoramento on-chain reforçado. Auditoria completa do contrato e de todos os papéis administrativos.

Desfecho com a Decripte

O lastro real foi preservado porque a emissão foi pausada antes que os tokens sem lastro contaminassem irreversivelmente o mercado. A combinação de monitoramento on-chain 24/7 (detecção em minutos), playbook de contenção dentro do SLA de até 1 hora, e forense on-chain transformou um evento potencialmente catastrófico em um incidente contido e auditável. A plataforma saiu com governança de emissão estruturada, controle de acesso corrigido e capacidade de detecção contínua — não apenas remendada, mas mais resistente do que antes.

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Como a Decripte responde a um incidente em plataforma RWA

Quando a integridade da emissão está em risco, cada bloco conta. O playbook da Decripte para incidentes de tokenização prioriza preservar o lastro e conter a emissão antes de qualquer outra coisa.

  1. Detecção e alerta: o SOC 24x7 identifica eventos on-chain anômalos — mint fora de padrão, mudança de papel administrativo, transferência atípica — com regras calibradas para o comportamento normal da plataforma.
  2. Triagem rápida: confirmação técnica do incidente, identificação do vetor (falha de contrato, chave comprometida, manipulação de oráculo) e avaliação do impacto sobre o lastro.
  3. Contenção em até 1 hora: acionamento e apoio à pausa de emergência da emissão, revogação de papéis comprometidos e bloqueio de chaves, congelando o dano dentro do SLA.
  4. Forense on-chain: reconstrução completa da cadeia de transações — quem, quando, quantos tokens, para onde fluíram — e determinação da causa-raiz com evidências preservadas para fins regulatórios.
  5. Erradicação: eliminação do acesso do atacante, correção do controle de acesso ou do design do oráculo que permitiu o incidente, e validação de que a falha foi efetivamente fechada.
  6. Recuperação e neutralização: tratamento dos tokens ilegítimos (queima do que está sob controle, marcação e comunicação ao mercado), restauração segura da operação e da capacidade de emissão.
  7. Comunicação e conformidade: apoio à notificação regulatória aplicável (CVM/Bacen conforme o ativo) e, havendo dados pessoais comprometidos, ao tratamento exigido pela LGPD junto à ANPD e aos titulares.
  8. Lições aprendidas: relatório executivo e técnico, com plano de estruturação para que o mesmo vetor não se repita e o monitoramento passe a cobrir o padrão observado.

Como a Decripte estrutura a segurança de uma plataforma RWA

Responder bem a incidentes é necessário, mas o objetivo é precisar responder cada vez menos. A Decripte estrutura a segurança da plataforma em pilares que reduzem a probabilidade de falha e aceleram a detecção quando algo escapa.

Auditoria contínua de smart contract

Revisão manual e ferramental do código de emissão a cada upgrade, com foco em controle de acesso, mint/burn, pausabilidade e proteção de proxies. Auditoria como ciclo, não como carimbo único.

Design seguro de oráculos e prova de lastro

Múltiplas fontes, agregação resistente a manipulação, validação de desvio com pausa automática, resistência a flash loan e prova de reservas verificável com conciliação on-chain/off-chain.

Governança de emissão

Multisig, timelock, separação de papéis, revogação automática de privilégios temporários, custódia fria para chaves administrativas e trilha de auditoria imutável de cada emissão.

Monitoramento on-chain 24/7

SOC vigiando eventos de mint, burn, mudança de papéis e transferências atípicas em tempo real, acoplado a um playbook de contenção com SLA de até 1 hora.

Pentest de plataforma

Teste da superfície completa ao redor do contrato — web, APIs, infraestrutura e processos de gestão de chaves — porque o atacante vai pelo caminho mais fácil, raramente o contrato auditado.

Conformidade CVM/Bacen e LGPD

Alinhamento da emissão às regras aplicáveis ao ativo tokenizado, processos de prevenção à lavagem de dinheiro integrados e tratamento dos dados de investidores conforme a LGPD.

Planos recomendados para Tokenização e RWA

Perguntas frequentes

Auditar o smart contract é suficiente para proteger minha plataforma RWA?

Não. A auditoria de smart contract é essencial, mas o comprometimento frequentemente vem do oráculo, da custódia ou da plataforma ao redor do contrato — um vazamento de chave administrativa por uma aplicação web vulnerável, por exemplo. A defesa precisa cobrir contrato, oráculo, custódia, infraestrutura e monitoramento juntos. Comece mapeando sua exposição completa em decripte.io/free.

O que é mint não autorizado e por que é tão grave em RWA?

É a criação de tokens sem o devido lastro e sem o devido processo de emissão, normalmente por falha de controle de acesso no contrato ou por chave administrativa comprometida. Em RWA é gravíssimo porque cada token sem lastro dilui todos os detentores legítimos e quebra a equação de garantia do ativo, com impacto reputacional e regulatório que supera o dano financeiro direto.

Como vocês detectam um incidente de emissão em tempo real?

O SOC 24x7 monitora eventos on-chain — cada mint, burn, mudança de papel administrativo e transferência atípica — com regras calibradas para o comportamento normal da sua plataforma. Uma emissão fora de padrão em volume, horário ou origem dispara alerta imediato, acoplado a um playbook de contenção com SLA de até 1 hora.

Como a Decripte protege contra manipulação de oráculo?

Avaliamos e endurecemos o design do oráculo: múltiplas fontes independentes, agregação resistente a outliers, médias ponderadas por tempo (TWAP) onde fizer sentido, validação de desvio que pausa operações fora de bandas seguras, resistência testada a flash loan e prova de reservas verificável com conciliação periódica.

Minha plataforma precisa estar em conformidade com CVM e Bacen?

Depende da natureza do ativo tokenizado. Tokens que representam valores mobiliários, como recebíveis e debêntures, podem se enquadrar nas regras da CVM, e iniciativas do Banco Central tratam de ativos tokenizados. A Decripte alinha a estrutura de emissão às exigências aplicáveis e integra prevenção à lavagem de dinheiro e tratamento de dados de investidores sob a LGPD.

O que acontece com os tokens ilegítimos depois de um incidente?

Após pausar a emissão e preservar o lastro, trabalhamos na neutralização: queima dos tokens ilegítimos que estão sob controle, marcação e comunicação ao mercado sobre os demais, e restauração segura da operação. A forense on-chain reconstrói para onde os tokens fluíram, dando base à recuperação e à notificação regulatória.

Quanto tempo leva para conter um incidente de mint não autorizado?

A Decripte opera com SLA de contenção de até 1 hora. Combinado ao monitoramento on-chain 24/7 que detecta a anomalia em minutos, isso permite acionar a pausa de emergência da emissão e revogar papéis comprometidos antes que os tokens sem lastro contaminem irreversivelmente o mercado.

Por onde começo sem compromisso?

Pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.io/free, que mapeia a exposição da sua plataforma e os riscos prioritários. Quando quiser avançar para auditoria, monitoramento ou resposta, os planos pagos estão em /planos.

Termos do setor

RWA (Real World Assets)
Ativos do mundo real — recebíveis, debêntures, imóveis, commodities, cotas — representados como tokens em blockchain, enquanto o ativo permanece custodiado fora da cadeia.
Mint não autorizado
Criação de tokens sem o devido lastro e sem o devido processo de emissão, geralmente por falha de controle de acesso no smart contract ou por chave administrativa comprometida.
Oráculo
Mecanismo que fornece ao smart contract dados do mundo externo, como preço do ativo e prova de lastro. Se comprometido ou manipulado, leva o contrato a tomar decisões com base em dados falsos.
Multisig e timelock
Controles de governança de emissão: multisig exige múltiplas assinaturas para executar uma ação crítica; timelock impõe um atraso obrigatório entre a ordem e a execução, criando janela para detectar e reverter.
Forense on-chain
Reconstrução da cadeia de transações em blockchain para determinar quem agiu, quando, quantos tokens foram movimentados e para onde fluíram, preservando evidências para fins de recuperação e notificação regulatória.
Prova de reservas
Demonstração verificável de que o ativo subjacente que lastreia os tokens emitidos existe e está custodiado, idealmente com conciliação periódica entre o emitido on-chain e o custodiado off-chain.

A Decripte protege e responde a incidentes no setor de tokenização e rwa.

Pentest, SOC 24x7, resposta a incidentes com SLA de contenção de 1 hora e conformidade — sem você montar um time interno. Ou comece de graça vendo o que já vazou da sua empresa.